quarta-feira, 16 de julho de 2008

Câncer - Misericordiosa Dádiva Divina


Os tecidos e órgãos do corpo são constituídos de células. O câncer é uma doença que ocorre nas células, as quais, em diferentes locais do organismo, passam a trabalhar de forma anormal, crescendo e reproduzindo-se desordenadamente e sem controle. Como o processo de multiplicação normal das células do organismo é afetado, algumas células não conseguem conter o seu crescimento, advindo, então, o desenvolvimento rápido e de forma desordenada, dando origem aos tumores malignos.

O processo desarmônico evolve com a terrível invasão de órgãos e tecidos vizinhos, podendo, igualmente, as células chegarem ao interior de vasos sangüíneos ou linfáticos e se disseminarem do local onde o tumor começou para outras regiões distantes, processo denominado de metástase.

Trabalhos científicos recentes vêm reafirmar que a origem do câncer se encontra no núcleo da célula, especificamente no DNA (Ácido Desoxirribonucléico), responsável pelo código genético e com a capacidade de síntese de proteínas. O gene corresponde a um setor ou segmento do DNA, contendo a mensagem completa para a formação de determinada proteína. O DNA encontra-se associado a proteínas, formando os cromossomos, corpúsculos observados, no núcleo da célula, durante a divisão celular.

Os mecanismos biológicos que dão origem ao câncer são verdadeiramente extraordinários, deixando os pesquisadores estupefatos, atônitos, diante de efeitos estrategicamente desagregadores. Observa-se a ostentação de um comando inteligente, envolvendo os genes e os cromossomos, dotando as células malignas de "superpoderes", lembrando um devastador ataque militar, detonando granadas nos núcleos das células comprometidas e invadindo indefinidamente as adjacentes.

Conseguindo se destacar da massa inicial, as células cancerígenas podem atingir órgãos distantes, edificando bases arrasadoras, interferindo nos processos vitais.

Verifica-se nas raízes do câncer um poder central, excessivamente controlador, criador da desordem, sem obediência aos comandos orientadores e defensivos do organismo. Desrespeita as ordens emanadas das células saudáveis, continuando a crescer desordenadamente e com a habilidade necessária para estimular a formação de novos vasos sanguíneos.

EXISTE O ACASO?

Como os genes, segmentos de uma molécula protéica, possuem a faculdade de manipular e ordenar a si próprios? Como proteínas podem demonstrar sabedoria, regulando a formação de outras proteínas? As características morfológicas de um ser vivo, como igualmente o seu funcionamento, dependem dos tipos de proteínas que existem nesse organismo, tudo isso controlado pelo DNA. Como explicar uma proteína ter tanta capacidade de comando específico e brilhante?

Pela informação da ciência, percebemos que os genes são dotados de possível inteligência. Sabemos que a bananeira não dá limão. Por que a glândula mamária não fabrica lágrima? Ela produz leite. O organismo tem conhecimento de que, na glândula mamária, tem que desligar os genes que produzem a saliva, desativar os que produzem o suor, tem que ligar os genes que produzem o leite.

Quem manda desligar? Existe o acaso? Não pode ser o acaso. Quem está dando a ordem é o espírito: "Mama, você tem que produzir leite! Você, glândula sudorípara, não pode produzir leite, não, desliga esse gene e acende o outro!". Já pensou se suássemos leite materno?

PRESENÇA DE UM AGENTE ORIENTADOR

Com o estudo do genoma humano, a própria ciência vem, espantada, dizer que temos apenas 30 mil genes. Como podem apenas 30 mil genes produzir mais de cem mil proteínas? Então, cada gen pode produzir três, quatro até cerca de dez proteínas. E como sabe qual a proteína certa que tem que formar? Tem que existir um fator, orientando tudo isso, uma diretriz, um gerente maior, inclusive responsável pelo caráter do indivíduo. As características da alma não são transmitidas pelos genes, são atributos do espírito.

Comparando o nosso corpo a um bolo, o DNA seria uma espécie de receita e o bolo seria produzido de acordo com as instruções da receita. O espírito é o artífice de todo o processo (genial confeiteiro - utilizou a receita e preparou o bolo).

Resultantes de uma única célula (ovo ou zigoto), cem trilhões de células não podem ser fruto da casualidade, ainda mais que são formados aparelhos e órgãos, como os olhos, ouvidos, etc. Do encontro do espermatozóide com o óvulo, surge o corpo humano, constituindo o ser, o qual consegue, inclusive, chegar à intimidade dos genes e descobrir tantas coisas, descortinando até mesmo sua gênese e destino no Universo. Isso não pode ser fruto do acaso. Um efeito inteligente não pode ser resultante de uma coisa aleatória que surgiu de forma casual, de jeito nenhum, apenas resultante do trabalho de proteínas específicas.

É claro que sabemos que o espírito ali está presente, porque, na realidade, o DNA corresponde a uma fita programada e o corpo humano está subordinado às informações ou ordens dos genes, os quais são os diretores, gerentes, administradores. Contudo, quem é o chefão disso tudo? Quem ministra as ordens? Quem é o grande mentor? É o espírito. Se a fita está com uma programação "errada", nós, espíritas, sabemos que somos os artífices do nosso próprio destino (o acaso não existe). Quando nascemos com alguma deformidade, em verdade a mesma já existia antes em espírito, porque a criamos dentro de nós, em determinada existência pretérita. Então, o espírito é responsável por tudo que pensa e faz, subordinado que está à Lei de Causa e Efeito, divina por excelência.

A excelência da formação do câncer, desacreditando o exuberante mecanismo de formação e manutenção da vida biológica humana, faz-nos crer ser processo orientado por fatores causais. Em verdade, o tumor materializado, na arena física, retrata um processo de cura do espírito. Ações contrárias às Leis Divinas, armazenadas no corpo espiritual, no curso das reencarnações, deságuam nas células físicas, funcionando o corpo somático como mata-borrão, apreendendo os miasmas deletérios extra-espirituais, fazendo com que os genes e cromossomos, sob o impulso do comando espiritual, passem a funcionar de forma desarmônica sob a observação da ótica física.

Disse o apóstolo dos gentios, Paulo de Tarso, em momento de grande felicidade: "O que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na carne, na carne ceifará a corrupção". (Gálatas 6:7-8).

Em verdade, o câncer representa uma benção para o corpo revestido da imortalidade, aproveitando a chance magnífica de soerguimento de suas estruturas íntimas sutis, em desacordo com as leis da vida inscritas na própria consciência. É preciso que o paciente se conscientize de estar recebendo do Alto uma dádiva divina, uma oportunidade gloriosa de libertação espiritual e, sem revolta e desespero, partir igualmente para a cura do corpo enfermo, dedicando-se integralmente ao tratamento proposto e executado pela medicina, revestindo-se de coragem, determinação e paciência, sabendo de antemão que somos herdeiros da Eternidade, filhos de Deus, que é AMOR.

fonte: http://www.ame-rio.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=29&Itemid=17

Image: Google

2 comentários:

Anônimo disse...
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Andreia disse...

comentário excluído sem querer. desculpe.